A PRIMEIRA SESSÃO COM O DONO

Era mês de dezembro, época festiva. Há dois meses, conversávamos pela Internet, telefone. Sonhávamos, discutíamos como seria nosso primeiro encontro real. Então, se aproximava o grande e tão sonhado dia. No dia anterior ao encontro, as recomendações do meu amado: que tipo de roupa usar, como me apresentar ao que já era DONO de mim, virtualmente e que seria a partir daquele dia, uma feliz realidade.
A ansiedade tomava conta de mim. Uma sensação gostosa e que ao mesmo tempo me trazia certas preocupações: será que estarei a altura de servir a tão nobre Senhor? Será que Ele gostará de mim, do meu modo de agir, de falar?
Todos os tipos de pensamentos vinham à minha cabeça. Finalmente cheguei ao local marcado. Entramos no carro e logo eu pensei que iríamos direto ao local que seria escolhido por Ele, para que se realizasse a sessão, mas para a minha surpresa não fomos. DONO de mim disse: “Me leve onde eu possa comprar uns presentinhos para minha cadelinha”.
Então seguimos para esse lugar. Parei o carro algumas esquinas antes e começamos a andar pelas lojas de mãos dadas como se fossemos antigos namorados e eternos apaixonados. Conversamos, brincamos, nos divertimos muito. Emocionada e ao mesmo tempo forte para enfrentar o que estivesse por vir. Ali, naquele singelo gesto, pude perceber que nossa relação não seria apenas DONO e sub… iria muito além disso.
Fizemos as compras e seguimos para o motel. Durante todo o trajeto, eu dirigindo e DONO de mim, se divertindo: eram tapas, beliscões e até mordidas. Isso sem dizer que em determinado momento levantou todo o meu vestido, me deixando completamente nua. Ele ria muito com aquilo tudo. E também, os “malditos” pregadores nos seios e o pior, que eu havia escolhido e tive a brilhante idéia de escolher os que tinham mais pressão (risos). Longos, dolorosos e prazerosos 30 minutos até chegar ao motel.
Chegamos ao motel. Senti muito honrada, pois Dono de mim deixou que eu escolhesse. Entramos na suíte escolhida, ali iríamos realizar tudo o que havia sido sonhado nesses dois meses de conversa. DONO de mim, mandou que eu tirasse a roupa, me vendou e me amarrou com os braços para traz e as pernas levantadas. Cuidadosamente amarrou meus pés, junto as minhas mãos e disse em um tom sarcástico (que é uma das suas maiores características) “fique quietinha ai que teu DONO, vai tomar banho. Se comporte, cadelinha!”.
Alguns minutos se passaram e não podia ouvir nem o barulho da água, já que o banheiro era um pouco distante e a ansiedade parecia me fazer surda. Por nenhum momento senti medo, porque sabia que DONO de mim estava ali perto, mesmo que eu não pudesse vê-Lo e nem ouvi-Lo.
Ele terminou o banho. Veio, beijou meu rosto e disse: “Você é minha propriedade e agora tomarei posse de cada pedacinho de você e de tua alma”. Levantou da cama onde eu estava amarrada e pelos barulhos que ouvia, percebi que Ele estava preparando o quarto para a nossa primeira sessão. Como já sabia do seu bom gosto, já imaginava que seria um lindo local.
Tudo ficou em silêncio. Senti tuas mãos me desamarrando. O toque de teus dedos na minha pele me excitava. Fiquei livre das cordas.“Sente-se, cadelinha!”, foi a primeira ordem que recebi. Mandou-me estender as mãos sobre as minhas coxas. Colocou algo sobre elas e meu coração disparou. Era a sua coleira. A coleira que a partir daquele dia eu iria usar. Percebi que estava tirando algumas fotos.
Senti ele se aproximar de mim e com uma voz suave no meu ouvido confirmou o que eu imaginava que seria: “Minha coleira, cadelinha. A partir de hoje terá a honra de usá-la, mas antes vamos ter uma conversa. Vamos falar sobre o que nos trouxe até aqui.”
Retirou a coleira de minhas mãos. Pegou-me pelos braços, tirou-me da cama e deixou-me ajoelhada no chão. Senti um calor em minha volta, sabia que estava entre as velas que havíamos comprado. Eu parecia estar entro de um círculo. Mais tarde eu descobriria outra utilidade para elas.
Meu Senhor com uma voz calma e serena, porém muito firme começou a ditar as regras. Elas já haviam sido estipuladas antes por meio dos encontros virtuais, mas foram relembradas, pois estávamos tendo nossa primeira sessão e deveria ser assim. Após todas as regras e exigências ditas, novamente DONO de mim veio junto de meu corpo e sussurrando nom eu ouvido, minha safeword me foi entregue. Novamente meu coração disparou. Tudo aquilo realmente estava acontecendo.
De olhos vendados, ajoelhada, semi-nua, DONO de mim começou o ritual de encoleiramento, tanto de meu corpo como de minha alma. Minha entrega estava se concretizando. Novamente pediu que eu estende-se as mãos como se fosse receber algo… abri as mãos e recebi o maior e tão sonhado presente. Sua coleira linda, que eu tanto amo.
Falava ao meu ouvido palavras que eu deveria repetir, declarando minha entrega a Ele. Cada palavra dita naquele momento, ainda hoje soa como uma música suave aos meus ouvidos. Feito o ritual de encoleiramento, Ele pegou a coleira que estava em minhas mãos e colocou em meu pescoço, não consegui segurar e comecei a chorar. Simplesmente era a maior de todas as alegrias que estava sentindo naquele momento. Sendo encoleirada por um verdadeiro SENHOR e DONO. Pronto, eu tinha um DONO e me sentia a pessoa mais feliz do mundo.
DONO de mim, sádico como sempre, revelou o teu desejo e disse “vou te usar agora, cadelinha”. E passamos à sessão propriamente dita. Mais uma vez, aquela tensão, ansiedade. O que Ele fará comigo? Estava vendada, podia apenas ouvir teus passos pelo quarto. “Deite-se, minha cadelinha!”, Ele mandou.
Senti Ele tirar os pequenos trajes que me cobriam, fiquei nua, totalmente exposta diante do DONO de mim. Ali, Ele começou a possuir-me de forma dominadora e ao mesmo tempo romântica (outra característica marcante Nele). Parecia um sonho, eu ali, entregue. Fazendo amor com o DONO de mim. Ele me fazendo delirar de tanto prazer e alegria, por aquele momento mágico.
Fui penetrada, sentia teu gosto na minha boca, a tua respiração em meus ouvidos. Ele estava dentro de mim e não queria que saísse nunca mais. Naquele lugar permanecemos por algum tempo. Queria que aquele momento durasse para sempre. Senti Ele explodir dentro de mim. Me deu um gostoso beijo com a respiração ofegante. Senti novamente o gosto do DONO de mim.
Levantou. Pegou uma guia e colocou na coleira. Me levou-me calmamente para a cama, onde mais uma vez, Ele se serviu de Tua cadelinha. Uma deliciosa sessão de spanking, aliada a beijos e carícias. Primeiro com o seu cinto, depois como uma cane. Deixou marcas lindas em meu bumbum. DONO de mim usou e abusou bastante de sua cadelinha. E tudo que permitiu que eu fizesse fosse gemer. Depois de alguns minutos com o meu bumbum todo dolorido e com certeza bem marcado, Ele parou e se afastou de onde eu estava.
Depois de alguns instante ele voltou e senti uma gota de cera de vela sair sobre meu bumbum dolorido. Aquilo doeu. Soltei um gemido baixinho. Novamente com o seu sadismo peculiar ele fala: “Por que gemes, cadelinha? Ainda nem comecei… você está muito manhosa, minha putinha!”
Como DONO de mim é bastante sádico, percebi que Ele iria usar um pouco de todas as velas que tinha levado em sua cadelinha. A cada gota que caia, um gemido meu e DONO de mim dizia “Pare de ser manhosa, vadia!”. A brincadeira com velas, me rendeu um lindo desenho colorido, por todo o meu corpo. Pedi ao DONO de mim, permissão para falar. Ele permitiu e eu pedi que me deixasse alguns instantes sem a venda.
Quando abri os olhos, agora sem a venda, pude ver a satisfação nos olhos Dele Me vendo começando a chorar de alegria e prazer, por ter recebido tantos pingos de cera quenta e ter o bumbum castigado daquela forma. Calmamente, ele beijou meu rosto, enxugou minhas lágrimas, me vendou novamente e recomeçou de onde havia parado.
Mandou-me ficar de quatro, pois segundo Ele mesmo sempre diz, é a posição que convém a uma cadelinha. Prontamente atendi a Tua ordem. Percebi que Ele se afastou e voltou com algo nas mãos. Podia sentir novamente o calor do cinto que ele usaria, para me castigar novamente. “Você está muito manhosa, cadelinha. Quero que me diga em ordem todas as regras que eu mandei você aprender. Não queria que copiasse, e sim, escrevesse e que enviasse por e-mail, durante uma semana. Está lembrada?”.
Comecei a citá-las e logo não me lembrava da forma ordenada de cada uma delas. Sabia quais eram, mas não me lembrava da ordem correta. Acho que por estar com DONO de mim, estar sendo usada de uma forma tão intensa e por estar sentindo tanto prazer, meus pensamentos estavam um pouco atrapalhados. Sabia que seria castigada por aquele erro. Minhas mãos gelaram, minha respiração ficou ofegante.
“Sabe o que irá te acontecer não sabe, cadelinha? O que você acha que merece?” disse o DONO de mim com uma voz mais áspera, porém no mesmo tom de serenidade. Não tive coragem para responder. Não queria pedir por clemência. Sabia que havia errado e o castigo seria inevitável.
Ele ficou em silêncio. Iria receber o castigo. Senti uma forte cintada no meio de meio bumbum. Queria gritar bem alto, mas não podia. A dor era intensa e doía mais que as outras pois estava recebendo por ter desagradado o DONO de mim. Seguiram-se várias cintadas, contadas uma a uma e no final, o agradecimento pelo castigo. Conforme Sua ordem e vontade.
Depois de algum tempo, terminava ali o castigo. DONO de mim disse “Acho que você gostou de ser castigada. Se comportou direitinho. Agora vai ganhar mais algumas de presente!”. Minutos intermináveis de cintadas no meu bumbum.
DONO de mim se deliciava e meu bumbum queimando feito brasa por causa das cintadas, não resisti. Um grito de tesão, me escapou. Ele então percebeu que eu estava muito excitada e disse: “Quer gozar cadelinha?” Eu respondi apenas balançando a cabeça, que sim. “Então, vou te ajudar a gozar mais rápido!”. Aumentou a intensidade das cintadas. Apenas uma explosão de tesão e o gozo.
Veio para cima de mim e novamente me possuiu como um macho possui a sua fêmea. Penetrou-me como um louco, intenso e insanamente. Estava tendo toda a sua intensidade de homem sobre meu corpo. Enquanto me penetrava, ele batia em meu rosto me chamando de Sua safada, de Sua vadia e de Sua putinha. Era gostoso demais estar ali sob o corpo do DONO de mim. Um sonho que estava se realizando.
DONO de mim disse: “Agora vem aqui que teu DONO vai alimentar a cadelinha!”. De joelhos, em na frente, boca aberta, pronta para receber o alimento que me fortalece a servi-Lo cada dia mais e melhor. Ritual, esse repetido mais algumas vezes durante essa nossa primeira e inesquecível sessão. Saciado Ele se deitou na cama e me colocou ao Teu lado. Quanta honra dessa cadelinha deitada ao lado do DONO.
Descansando e ouvindo a voz do Dono depois de uma linda sessão Ele lembrou que em nossas sessões virtuais, Ele sempre se servia de Sua cadelinha em um “cantinho” bem em frente à mesa, do computador. Com todo Seu carinho com Sua cadelinha, pensando em cada detalhe e me surpreendendo sempre, Ele disse assim: “Aqui também cadelinha minha terá seu cantinho”.
Organizou um lugarzinho entre a cama e a parede. Ali mais uma vez se serviu de mim, de forma dominadora, sádica e insana e profana. Sempre buscando detalhes que possam engrandecer as nossas sessões e fazer de mim a cadelinha mais feliz e realizada do mundo. Me deliciei com aquele momento que lembrou outros lindos momentos que tive com o Dono de mim
Voltamos para a cama e fazendo carinhos em meu rosto perguntou se eu estava com sede. Respondi que sim. Ele pegou do refrigerante que estava bebendo, encheu a boca e colocou na minha. Um gesto de carinho e mais uma forma de selar nossa união. ELE totalmente impregnado em mim.
TE AMO, DONO de mim. TE AMO, minha vida!!!!
Submissa Iniciante
UMA CADELINHA OBEDIENTE

Meu nome é Lívia. Tenho 23 anos e moro em uma cidade do interior de São Paulo. Sou universitária. A terceira filha de uma família com 5 irmãos. Minha família possui uma posição financeira até razoável, permitindo que eu faça o curso que quero na universidade que quero. Estou cursando o 5º período e muito em breve quero ser uma arquiteta de renome e respeitada.
De uns meses para cá venho me envolvendo com um mundo que para mim é muito novo. Um mundo que me fascina e ao mesmo tempo me assusta a medida que vou descobrindo mais coisas sobre ele. A certa de 7 meses eu estou envolvida com o BDSM e isso tem praticamente tomado todo o meu tempo.
Nesse tempo tenho lido muita coisa, conhecido muita gente e principalmente conversado com algumas pessoas bem interessantes. Tanto Dominadores como submissas. Posso dizer que já estou interada e conhecida no meio. Apesar ainda não ter nenhum Dono. Descobri-me submissa e isso está me fascinando muito.
Há cerca de um mês conheci um Dominador que vem me conquistando a cada dia. Ele com seu jeito diferente de tudo que já vi tem tomado todos os meus pensamentos e sinceramente penso em ser Dele. Alias, eu quero ser Dele. É só uma questão de tempo para que isso possa acontecer. Temos conversado muito e a cada dia o meu fascínio e admiração por Ele só tem aumentado. Ele não mora na mesma cidade que eu e por enquanto nosso contato tem sido apenas por Internet e telefone.
Mesmo não estando presente fisicamente, Ele tem me dominado plenamente. Sinto como se Ele pudesse ler a minha mente. E eu simplesmente obedeço tudo que Ele manda eu fazer. É assustador e ao mesmo tempo gostoso, fascinante, intrigante.
Era terça-feira, cerca de três horas da tarde, havia tido aulas no período da manhã aquele dia e por isso estava deitada no sofá da sala assistindo televisão e descansando um pouco. O telefone toca. Ao atender, uma sensação diferente que jamais pensei em viver algo assim tomou conta de mim. Pensei que seria apenas uma conversa normal para nos entendermos, mas fui pega de surpresa e tudo aconteceu de uma forma que eu nunca imaginei que seria. Ouvi:
- Quero você. Quero usar você. Agora!
Minha voz não saia mais. Fiquei paralisada. Aquilo nunca tinha acontecido comigo. Fiquei totalmente paralisada depois que ouvi aquelas palavras. Parecia que estava hipnotizada… Então Ele me disse novamente:
- Quero que sinta muita dor. Quero te humilhar e deixar você no chão, onde é o seu lugar. Você quer isso? Quer sentir dor? Você quer ser minha, vadia? – Aquela voz parecia algo celestial, não ouvia e nem sentia mais nada. Suas palavras tomavam conta de mim, do meu corpo e de minha mente.
Imediatamente respondi que sim. Sim, para todas as propostas que Ele me fez. Mesmo sentindo um pouco de medo. Eu queria tudo aquilo. Queria ter Dele, ser usada por Ele. Sentir muito prazer e dar muito prazer para aquele enigmático que me controlava, mesmo estando longe de mim.
- Pegue alguns prendedores de roupa. Rápido! – A princípio eu não queria, mas assim o fiz. Fui correndo até onde eu guardava os prendedores e peguei alguns. Não sei dizer a quantidade. Apenas obedecia a ordem que me foi dada. Voltei ao telefone.
- Está com os prendedores, cadela? – Falou aquele homem de voz firme e doce. Difícil não obedecer. Sinta-me hipnotizada. Não tinha mais controle sobre minha meu corpo e minha mente. Estava dominada por completo e aquilo me excitava muito.
- Sim, Senhor. Estão aqui comigo. O que o Senhor quer que eu faça com eles?
- Quero que coloque um em cada um de teus mamilos, cadela! – Quando Ele me mandou colocá-los nos seios senti uma raiva. Raiva de mim mesma por estar me deixando fazer aquilo, mas era algo novo eu precisava sentir. E tanta foi minha surpresa que gostei. Não tinha mais controle sobre minhas atitudes, estava entregue por completa àquele homem.
Quando coloquei o primeiro prendedor um ardor que nunca senti, tomou conta de mim, era como se um calor invadisse o ambiente e começasse a esquentar tudo. Meu corpo arrepiava esperando ouvir novamente a voz forte, mas ao mesmo tempo doce. Imaginei Ele ali na minha frente me olhando e eu me descobrindo. Com certeza estaria rindo, vendo a sua cadelinha se contorcendo de dor e de prazer.
Estava descobrindo um mundo novo, pude até sentir as suas mãos passando pelo meu corpo, pelo meu sexo e em teu rosto o sorriso de contentamento por me ver entregue as Suas ordens. Estava com os prendedores nos seios. Uma dor e uma prazer enorme tomava conta de meu corpo, foi então que Ele me deu outra ordem:
- Pegue um chinelo, vadia! – Olhei para o chão procurando o bendito chinelo. Mesmo sentindo o incomodo de ter um prendedor em cada um deles, mas aquela dorzinha gostosa nos seios fazia com que eu obedecesse e a vontade de satisfazê-lo era ainda maior.
- Peguei, Senhor.
- Quero que bata vinte vezes na sua bocetinha. Vocês duas merecem ser castigadas.E a cada chinelada, quero que você agradeça por eu estar te proporcionando tanto prazer. Mesmo você não merecendo. E tem mais, putinha, quero chineladas fortes. Entendeu??? Forte!!
- Sim, Senhor. Eu entendi. – Respondi com a voz já um pouco tremula sabendo o que estava por vir.
- Comece. Ele ordenou com a voz forte e firme que me conquistou desde o primeiro dia que nos falamos.
- Uma….aaaaiiiiii..duas…..aiiiii… – Não agüentei e soltei dois gritinhos. Doeu muito. Doeu muito mesmo. Nunca tinha sentido algo assim.
– Não ouvi dizer “Obrigada, Senhor!”, cadela. Comece de novo, ordinária!
- Uma… obrigada, Senhor…. Duas… obrigada, Senhor…. Três… obrigada, Senhor… Quatro… obrigada, Senhor… cinco… obrigada, Senhor…
E assim foi até a décima quinta chinelada. Não agüentei. Pedi para parar. Minha bocetinha esta ardendo muito e estava bem vermelha. Nunca a tinha visto daquele jeito. Ninguém nunca havia mandado eu bater nela e nunca havia sentido tanto prazer na vida. Estava me descobrindo como submissa e como masoquista. Era bom demais.
Ouvi uma gargalhada do outro lado da linha. Percebi que Ele estava se divertindo muito com aquilo tudo. Era realmente um sádico como havia me contado na primeira conversa que tivemos. Ele havia como fazer as coisas e mesmo não estando do meu lado, sabia que eu estava fazendo tudo que ele mandava.
- Tá bom, putinha. Você pode parar por ai. Não precisa mais bater nela. Ela já teve o castigo que merecia, mas por não cumprir o que mandei fazer, você terá que me compensar de outra maneira.
Aquelas últimas palavras ficaram com que eu sentisse um frio na minha coluna. Sádico como ele sempre declarou ser, sabia que algo mais doloroso do que bater na minha bocetinha me esperava.
Ele permaneceu em silêncio por alguns instantes, parecia que estava pensando em algo bem perverso. Em minha cabeça eu ficava questionando o porque de estar fazendo aquilo tudo, Ele não estava ali junto de mim e mesmo assim eu obedecia tudo que Ele me mandava fazer. Era assustador e ao mesmo tempo fascinante. Queria mais. Nesse momento sua voz interrompeu meus pensamentos e ouvi atentamente o que Ele me ordenava.
- Pegue mais um prendedor. Quero que coloque na tua bocetinha. Prenda-o no teu grelinho. E quero que mexa com ele para um lado e para o outro bem devagar e depois vá aumentando os movimentos.
- Sim, Senhor. Eu obedeço – Assim eu fiz. No primeiro instante uma dor aguda e intensa tomou conta de mim. Minha vontade era de dar um grito. Não podia fazer isso, pois se fizesse, os vizinhos iriam ouvir o que estava acontecendo. Me segurei e fiquei esperando para que me acostumasse com a dor. Mesmo tendo muita vontade de tirar e saber que seria muito fácil de fazer, deixei o prendedor onde Ele mandou que eu deixasse.
Depois de um tempo eu comecei a gostar. Os movimentos faziam com minha bocetinha ficasse mais molhadinha. Que loucura. Que sensação deliciosa. senti meu sexo pulsar, latejar de tanto prazer. Nessa hora já me contorcia toda, gemendo querendo mais e querendo ouvir a ordem dele para que eu gozasse.
Não tinha mais vontade sobre meu corpo. Ele não me obedecia. Meu corpo era daquele homem que se dizia meu Dono. E eu me sentia Dele. Eu era Dele. Somente à Ele meu corpo obedecia. Sentia que meus pés não tocam mais o chão. Sentia como se estivesse flutuando em nuvens.
Meu corpo arrepiado por inteiro, minhas pernas estavam tremulas. Minha bocetinha pulsando, ela nem estava molhada, estava encharcada. Não agüentava mais. Tinha que gozar. Não resisti e falei com Ele…
- Por favor, Senhor. Mande que eu goze – Quase implorando.
- Não…. não quero que goze agora – Ele foi bem enfático.
- Por favor, Senhor. Deixe-me gozar agora. Eu lhe peço, Senhor.
- Não… Você não conseguiu cumprir a tarefa que lhe dei. Uma tarefa fácil, qualquer submissa conseguiria fazer. Você não merece gozar ainda. Só vai gozar quando eu mandar.
- Por favor, Senhor. – Pedi.
- Implore! – Ordenou.
-Eu imploro por isso, Senhor. Por favor! – Com a voz tremula.
Ele ficou em silêncio. Estava doida para gozar e não podia, mesmo podendo gozar se quisesse, mas queria obedecê-lo. Sentia que com sua permissão, o meu gozo seria muito mais intenso.
- Pare o que está fazendo. Agora! – Ele falou de uma forma como se estivesse desapontado com algo que eu tivesse feito. O prazer teu lugar ao desespero. Não sabia o que pudesse ter feito para que Ele falasse daquela forma e mandasse eu parar. Com a voz tremula quase que praticamente chorando por causa do susto eu falei com Ele.
- O que houve, Senhor? Por que pediu para que eu parasse? Fiz algo errado que o Senhor não tenha gostado? – Ele ficou em silêncio e meu coração mais apertando ainda. Não estava sabendo o que estava acontecendo e aquilo que me deixava assustada. Sentia medo. Sim, medo. Medo que ele me desaprovasse ou não quisesse mais nada comigo. Estava entregue a Ele e mesmo estando tão longe fisicamente, eu era Dele. Pertencia a Ele. E pensar que O tinha desagradado, machucava o meu coração.
Depois de alguns instantes, que para mim pareceu mais horas e horas intermináveis, Ele falou comigo.
- Cadelinha??? – Me chamou com sua voz firme e serena de sempre.
- Sim, Senhor. Estou aqui – Respondi praticamente entre soluços.
- Quero que vá até a sua cozinha e pegue uma cenoura ou um pepino; ou qualquer verdura ou legume que lembre o formato de um pênis. Vá! Mas não tire os prendedores, nem dos teus mamilos e nem de tua bocetinha. Faça agora. Não me deixe esperando… Ah, cadelinha… é melhor que eles não saiam de onde estão, pois caso contrário, te darei um castigo ainda maior.
- Si-i-im, Senhor. Eles não vão sair, Senhor. Vou buscar o que o Senhor mandou e estou voltando.
Levantei do chão onde estava e fui buscar o que Ele ordenara. Tomando cuidado para que os prendedores não saíssem. A sensação era tão incrível que eu sentia como se Ele estivesse ali, me observando. Indo atrás de mim para ver se iria fazer tudo conforme Ele havia mandado.
Fui direto na geladeira, sabia que lá sempre tinha verdura ou legumes, minha mãe nunca deixava faltar. Ela sem saber acabou me ajudando… mexi aqui e ali e consegui até conseguir encontrar um pepino. Não era muito grande tinha 10 cm de comprimento, no máximo comprimento.
Não era muito grosso e pelo que estava imaginando, ele serviria muito bem para o que meu Dono estava planejando fazer. Minha bocetinha ficou mais molhada ainda, só de pensar e imaginar o que ele poderia fazer comigo. Peguei o pepino, tomei um gole de água e voltei para a sala, onde estava o telefone.
- Pronto, Senhor. Encontrei um pepino. Ele é como o Senhor pediu que pegasse.
- Por que demorou, vadia? Acha que tenho o dia todo a sua disposição? Quem você pensa que é para me fazer esperar? – Falou com uma voz áspera e brava. Quando ele fala assim contigo, minha coluna toda estremece, minhas pernas ficam bambas. Fico com muito medo.
- Desculpe, Senhor. É que demorei a encontra o que o Senhor queria. Peço mil desculpes e…
- Cala essa boca, sua vagabunda.Não quero saber de desculpas esfarrapadas, cadela. Se estive ai contigo agora estaria levando um monte de tapas na cara para apresentar a obedecer minha ordem mais rápida. Volte ao seu lugar.
Obedeci sem me preocupar em terminar a minha explicação, sabia que se tentasse falar mais alguma coisa seria bem pior. Mandou-me deitar com as pernas levantadas o máximo que pudesse. Senti-me exposta totalmente, mesmo estando sozinha na sala. Mandou que eu pegasse o pepino e começasse a brincar com ele na minha bocetinha.
- Vamos, cadelinha. Envia-o na sua bocetinha. Envia tudo. Geme para mim, putinha. Geme gostoso. Seu Dono quer ouvir você gemer como uma cadelinha no cio. Vamos, geme gostoso – A cada ordem que Ele me dava para gemer mais eu alto eu obedecia, mesmo sabendo que os vizinhos poderiam ouvir, eu obedecia. Não tinha mais controle sobre mim. Meu único objetivo era satisfazer aquele homem que escolhi como Dono de mim e de minha alma. Estava gostoso demais. Nunca tinha sentido aquilo.
- Cadelinha??? – Disse com a mesma voz firme e gostosa de sempre.
- Sim, meu Senhor. – Respondi após entre gemidos.
- Pegue o pepino e coloque no seu cuzinho. – Deu a ordem sem alterar o tom da mesma. – Agora.
- Como, Senhor?? – Perguntei sem entender a ordem e torcendo para que eu tivesse entendido errado.
- Isso mesmo, cadelinha. – Ele confirmou o que eu temia – Quero que envie o pepino no seu cuzinho e brinque com sua bocetinha. Faça agora.
- Sim, Senhor. – Disse com uma voz mais de pavor do que de tesão. Nunca tinha enviado nada no meu cuzinho. Ele era virgem de tudo. Nem meus dedinhos tiveram o prazer de tocá-lo. Mesmo sem saber o que poderia acontecer, eu obedeci a ordem Dele.
Passei um pouco de saliva na ponta do pepino. Tinha lido em algum lugar que quando mais úmido o objeto, mais fácil fica sua penetração. Comecei a enfiá-lo. Não entrava de jeito nenhum e doía muito, muito mesmo. Não resisti e depois da quarta tentativa frustrada, pedi permissão para falar com o Dono de mim.
- Meu Senhor, ele não entra. Estou tentando aqui e não estou conseguindo fazer com que ele entre. – Falei torcendo para que ele desistisse dessa idéia.
- Hum… Acho que você não está fazendo direito, putinha. Quero esse pepino enviado no teu rabo e quero isso agora. Obedeça minha ordem e para de frescuras. Não gosto de cadelinhas choronas. – Novamente enfático mandou que eu obedecesse a sua ordem.
Comecei novamente a enviar o pepino na minha bocetinha. Doía muito. Meu gemido era uma mistura de prazer e dor. E eu conseguia ouvi-Lo do outro lado gemendo com uma respiração forte. Ele estava sentindo muito prazer com aquilo tudo. Comecei a gemer mais alto, só para provocá-Lo. Depois de uns instantes de muitos esforços, eu consegui enviar o pepino. Senti-me arrombada. Doía tudo em mim, mas estava gostoso, muito gostoso.
- Pronto, Senhor. Ele está dentro do meu cuzinho, como o Senhor mandou. O que faço agora? – perguntei para que Ele também parasse de gemer.
- Quero que toque na sua bocetinha como havia falando antes. Quero que goze gostoso o pepino enviado no teu rabinho. E isso é para você saber que é minha putinha e eu posso mandar com que você fazer qualquer coisa. E você deverá me obedecer sempre. Entendeu?
- Sim, Senhor. Eu entendi – O pepino no meu cuzinho fazia com que minha voz saísse meio tremula.
- Comece. – Ele ordenou.
Era muito gostoso tudo aquilo. Na frente, pela bocetinha, quase não agüentava mais de tanto prazer. Atrás, no cuzinho, já não sentia mais dor e tudo tinha se transformado em prazer. Tudo era louco demais. Fiquei brincando acho que por uns 15 minutos. Estava louca para gozar.
- Goze, cadela… Goze para seu Dono – Aquela voz firme no meu ouvido – Quem manda sou eu… Isso é pra você aprender e nunca mais fazer o que fez.
Gozei e gozei muito, como nunca havia gozado daquele jeito. Foi maravilhoso. Desfaleci por alguns instantes. Quando voltei ao normal, Ele mandou que eu retirasse o pepino do meu cuzinho. Enquanto eu retirava, meu cuzinho doía mais ainda.
- Obrigada, meu Senhor. – Foi o que disse para ele depois de sentir tanto prazer.
- De nada, cadelinha. Curta esse momento. Mais tarde eu ligo para você e conversarmos. Quero pensar em algo para usar em você, putinha. – Dizendo isso, desligou o telefone e não se preocupou em esperar minha resposta. Nem adiantaria, Ele já sabia qual seria.
Estou em êxtase até agora. Estou me descobrindo. Ele está me fazendo isso. Tenho medo do que senti e sinto, mas jamais tive um momento de prazer tão intenso como hoje. Quando Ele fala não tenho mais controle sobre mim. Minhas vontades não existem, apenas as vontades Dele… Enfim… maravilhoso. Confesso, porém, q mesmo sendo muito bom… isso me assusta!
Escrito por Submissa Iniciante
Adoreiiii….. Sou facinada pelo bdsm…