Dita Von Teese vestida como a mulher-gato
24 24UTC agosto 24UTC 2009Mais uma submissa
13 13UTC junho 13UTC 2009
Estou em busca de mais uma submissa para o meu canil. Interessadas entrem em contato pelo e-mail lucyus.ghostwish@hotmail.com.
Adianto que dispenso curiosos(as). Esta proposta é direcionada apenas para submissas que levam o BDSM a sério e queiram pertencer a um Dominador sádico e Praticante real.
Aviso também que não pretendo me desfazer de {selynah}_SirLG, por isso, caso tenha interesse, desde já fique ciente que terá uma irmã de coleira.
Informações mais detalhadas serão fornecidas por e-mail e apenas para aquelas que realmente tenham interesses por esta proposta.
Assim te batizo
12 12UTC maio 12UTC 2009
Quando um Dominador tem uma submissa. e esta lhe pertence verdadeiramente, ele pode mudar muitas coisas na vida dela. Eu poderia até dar uma lista de possíveis mudanças que o Dono pode fazer, mas prefiro me abster disso e falar apenas de uma: o poder de mudar o nome da submissa.
Eu acho importante que o Dono dê o nome a sua submissa. Para mim, é uma demonstração de poder da parte Dele e de entrega da parte dela. Afinal, a submissa terá que conviver com o nome que lhe foi dado, gostando ou não, apenas aceitando e ponto.
Quando encolerei {selynah}_SirLG (que na época tinha outro nome), fiz questão de deixar claro para ela que iria mudar o seu nome. A partir do momento que portasse a minha coleira, aquela submissa que estava ali na minha frente não existiria mais. A mudança de nome seria uma maneira metafórica de dizer que ela seria uma nossa submissa e porque não uma nova pessoa.
Comentei sobre os critérios que iria utilizar para escolher o seu novo nome e também no que me basearia para isso. Expliquei que a forma como eu a observava, tanto como pessoa e como submissa, seria um fator importante para a escolha. Por isso, ela deveria ser a mais clara possível em relação aos seus sentimentos, pois quanto mais sincera, melhor seria a minha decisão.
Alguns dias se passaram e eu ainda não havia escolhido o nome, deixando-a bem apreensiva. Vê-la assim me excitava muito e o fato de ter que escolher um nome, mudando radicalmente tudo que ela viverá até ali, também me dava muito prazer.
Por critérios de eliminação e significados relevantes para mim, cheguei ao nome de “Celina”. De origem árabe, esse nome significa “preciosa”. Depois de muita reflexão, pesquisa e adaptação, cheguei ao nome definitivo que seria usado por ela: {selynah}_SirLG.
Na primeira sessão que tivemos, oficializei o nome, expliquei o motivo da escolha, o significado de cada alteração feita e a forma como deveria ser sempre escrito. Para o mundo virtual como Orkut, blog, e-mail e tudo mais, deixei claro que ela nunca poderia se esquecer de escrever o seu nome em letras minúsculas, dentro das chaves, com underline representando a guia e as iniciais do meu nome no final, e mais, nunca a letra y poderia ser substituída pela letra i.
Não poderia fazer adaptações ou esquecer qualquer letra. Se isso acontecesse, tal atitude seria considera falta grave e sua punição seria a pior possível. Nada prazeroso para mim e muito menos para ela.
Neste momento nasceu {selynah}_SirLG, a minha submissa. Desde então, ela sempre cumpriu com a minha vontade. Nunca errou na escrita do nome ou pediu para que eu mudasse por qualquer motivo que fosse.
E sempre foi assim, e será até o dia que eu quiser que seja.
Este pequeno relato é para mostrar como uma coisinha simples pode ser muito prazerosa aos envolvidos. {selynah}_SirLG gostou muito do nome e do seu significado, com o tempo ela provou que realmente é muito preciosa para mim.
Vejo por ai todo tipo de nome, tanto para submissas como também para Dominadores. Nomes simples, diferentes e até mesmo difíceis de serem pronunciados (o meu é um deles).
O motivo para a escolha cada um tem, seja ele baseado em algum personagem literário, da história real ou da mitologia. A questão é que dentro do SM gostamos de nos batizar e batizar aqueles que estão sob a nossa tutela. É uma forma sermos diferentes, ter a nossa própria identidade e sermos únicos.
Eu faço questão de dar nome à minha submissa e ela deve ser chamada pelo nome que dei. Odeio quando escrevem o nome dela de forma errada. Fico puto da vida com isso.
Estudei, pesquisei, gastei o meu tempo tentando fazer algo que tivesse significado e que fosse exclusivo. Espalhei aos quatro cantos do mundo o nome dela e a forma como é escrito. Nunca, em momento algum e em hipótese alguma, o escrevi de forma diferente daquela que defini no início da relação. Estamos juntos há 1 ano e 6 meses e sempre escrevi o nome dela de uma única maneira.
Então eu pergunto: Por que ainda tem gente que insiste em escrever esse nome de forma errada?
Simplesmente eu não entendo.
Será que é difícil pensar “Oh, Sir Lucyus sempre escreve o nome da submissa Dele em letra minúscula, entre chaves, com o underline representando a guia e as iniciais do seu nome no final, e sempre com a letra y no lugar da letra i. Vou fazer o mesmo quando for escrever o nome dela.”
O nome da minha submissa não é escrito {Selina}, nem {selinah}, nem selynah, nem Selina, nem SELYNAH e muito menos SELINA.
O nome dela é escrito como: {selynah}_SirLG. Reparem: ele é escrito em letras minúsculas, entre chaves, com underline representando a guia e seguido das minhas iniciais no final. Simples, preciso, distinto e exclusivo.
Foi assim que eu o imaginei, pesquisei, formulei e concretizei. Foi assim que o impus para minha submissa e ela aceitou. E é assim que quero que seja escrito.
Sem modificações, nem alterações. Da mesma forma que a minha submissa é única, o seu nome também é.
Como eu disse no início deste texto, eu acredito que metaforicamente mudamos a vida da submissa no momento em que lhe damos um novo nome. Mudei a vida de {selynah}_SirLG da mesma forma que ela mudou a minha, e isso, foi muito além da metáfora, eu garanto para vocês.
Por isso, a partir de hoje, por mais carinhoso, respeitoso e importante que seja o comentário feito por algum dos leitores deste blog, gostaria que escrevessem da forma correta o nome dela. Não é difícil e isso me deixará contente.
Espero que entendam e respeitem o pedido. Não é nada demais e fácil de ser feito.
Abraço a todos!
Os teus mamilos e o meu sadismo
3 03UTC maio 03UTC 2009
Acredito que ver os mamilos de uma mulher bem duros, devido à sua excitação, é uma das cenas mais belas de se ver (a foto acima não me deixa mentir). Tenho certeza que não sou o único a pensar assim, pois se paramos para pensar um pouco, para um Dominador não há nada melhor do que ver o corpo da sua submissa reagindo aos estímulos provocados por ele.
Entre os vários locais do corpo da minha submissa que gosto de aplicar o meu sadismo, os mamilos são com certeza um dos meus preferidos. Por ser uma região bem sensível do corpo feminino, eles podem ser usados tanto para aumentar o prazer dela, como também ser um excelente local para se aplicar castigos bastantes dolorosos.
A forma como vou usá-los vai depender da minha excitação (que sempre está em alta). Opções não faltam, pois se mais excitado fico, mais sádico me torno e a partir desse momento a minha dogzinha está literalmente ferrada. Quanto mais rígidos os mamilos dela estão, mais motivos tenho para usá-la de uma forma mais severa, pois sei que ela está gostando e quer mais.
É bom ficarmos alertas nesses suaves sinais dado pelo corpo feminino. De forma discreta e sem que a submissa perceba, podemos continuar o que estamos fazendo ou parar simplesmente e adotar outra tática (essa dica vai apenas para os/as dominadores/ras… rs).
Gosto inicialmente de apertar cada um dos mamilos dela. Faço isso sem dó e com bastante força. Aperto primeiro um, depois o outro.
Se estivermos em um local público, onde o prazer do anonimato aumenta ainda mais o meu estímulo de consumar o ato, com aquela sensação de perigo, o risco de ser descoberto, faço esse jogo até quando a situação me permite; ou a minha submissa goze; ou eu mude para outra prática. Sempre deixando-a com medo de ser descoberta e flagrada em um ato obsceno.
Quando estamos sozinhos, além de deixar os seus seios expostos para o meu deleite, gosto de apertar e torcer os seus mamilos com mais ferocidade ainda. Gosto de provocar aqueles deliciosos gemidos de dor nela, enquanto “verifico” rigidez de cada um deles.Os seus gemidos são estimulantes e servem para aumentar o meu sadismo.
Gosto também de aplicar outra prática clássica do SM. Trata-se de colocar pretenderes de roupas em seus mamilos. Quando começamos o nosso relacionamento (exceto pela primeira sessão, que fiz questão de usar prendedores de plástico), aderi ao usado de prendedores de madeira, aqueles bem comuns que se encontram em qualquer supermercado.
Nos dias de hoje, devido ao progresso de {selynah}_SirLG como masoquista, se eu quiser, posso usar prendedores com uma pressão mais acentuada, como os de plástico, por exemplo, independentemente do tamanho e posso usar também aqueles prendedores de papeis (aqueles metálicos de cor preta) que podem ser comprados em qualquer livrarias e são usados para arquivar volumes consideráveis de documentos.
Lembro de um fato engraçado que aconteceu na primeira vez que usei esses prendedores de papeis nela. Por não estar acostumada, no momento em coloquei o prendedor, ela deu um grito daqueles. Retirei de imediato, mas confesso que gostei de ver aquela cena (Sou sádico mesmo!). Depois progressivamente, ela foi se acostumando.
Outra prática que gosto de fazer nos mamilos da minha {selynah}_SirLG é derramar cera quente. Fazer com que cada cota caia bem em cima do mamilo, é um jogo bastante excitante para mim. Se tiver uma variação de cores diferentes para as velas, costumo fazer uma tela multicolorida em seu busto. Uso a mesma técnica quando estou judiando de sua bundinha, mas os detalhes sobre isso deixaremos para outro post.
Por fim, e não mesmo importante, aprecio e muito o uso de agulhas em seus mamilos. Gosto de perfurá-los, atravessando a agulha de um lado ao outro. Às vezes, formo desenhos em torno de suas auréolas como uma flor, por exemplo, isso depender da minha imaginação artística.
É isso. Deixei algumas coisinhas sádicas que posso fazer com essas pequeninas partes dos seios da minha submissa. Claro que não pratico apenas o meu sadismo neles, coitadinhos. Gosto e muito de chupá-los quando estamos “namorando’ ou quando estamos transando simplesmente.
Outras formas de se usar esta parte do corpo da submissa existem. Cada uma melhor que a outra.
O fato é que cada parte do corpo da minha submissa me excita. Gosto de usá-la da forma que for e a maneira como eu desejar. Seja usando práticas de SM ou em momentos “baunilhas”. Sei apenas que o corpo feminino me excita bastante.
Toda submissa deve ser educada
30 30UTC abril 30UTC 2009A atração pelo conhecimento seria mínima, se não houvesse tanto pudor a vencer no caminho até ele. O desejo do saber gera o ímpeto. Todo ímpeto é cego, salvo quando há conhecimento. (Gibran)
Hoje, dia 28 de abril, comemora-se o dia da educação. Educação que no meu modo de ver está ligada ao conhecimento, a aprendizagem e também a disciplina. Quem educa também aprende e quem aprende, de uma forma ou de outra, também ensina.
No meu modo de pensar o ato de educar uma submissa é o que move o Dominador. Por isso, muitos Doms gostam de ser chamados de mestres, pois são senhores da arte de ensinar. Ensinar é preciso e fundamental para um Dominador/Mestre.
Quando penso em educação dentro do BDSM, vem a minha cabeça a troca de experiência entre os envolvidos e também os conselhos do Dominador para a sua submissa. Lembra-me troca, cumplicidade, intimidade.
Educação faz lembrar também disciplina. Ligo disciplina a prática do spanking como maneira para se educar, punir ou até se divertir com a submissa.
Na minha visão, dentro do contexto que acredito ser educação/disciplina no BDSM, faço minha homenagem ao que nós todos precisamos: educação. Porém, as submissas merecem ser educadas de uma forma carinhosa.
As fotos abaixo mostram o que eu quero dizer…
Aproveitando o duplo sentido do título desta postagem, digo que quanto mais educada por a submissa, melhor.

Escrito por Sir Lucyus Ghostwish 
























